CINEMA
Fórum Romeu Correia, Almada | 14.11.2024 21h00

Produzido pela Maumaus/Lumiar Cité, Al: African Intelligence explora as zonas de contacto entre os rituais africanos de possessão das aldeias piscatórias tradicionais da costa atlântica do Senegal e a emergência das novas fronteiras tecnológicas da inteligência artificial. Considerando a confluência entre a tradição e a modernidade, Diawara questiona como poderemos passar de máquinas incorpóreas para um controlo mais humano e espiritual dos algoritmos. Poderá Africa ser o contexto de emergência de algoritmos tão improváveis?
Segue-se uma discussão com Filipa Oliveira, curadora e programadora de arte contemporânea do CiMunicípio de Almada, e Jürgen Bock, diretor da Maumaus/Lumiar Cité e produtor do filme.
Manthia Diawara (Mali) é escritor, cineasta e professor na New York University. Para além de ser autor de diversas publicações sobre o cinema de África e das suas diásporas, contribuiu com ensaios sobre arte e politica para Artforum, Mediapart, LA Times, Libération e The New York Times Magazine, entre muitos outros. Entre os seus filmes destacam-se: Angela Davis: A World of Greater Freedom (2023), Al: African Intelligence (2022), A Letter from Yene (2022), An Opera of the World (2017), Negritude: A Dialogue between Soyinka and Senghor (2015), Édouard Glissant, One World in Relation (2010), Maison Tropicale (2008) e Rouch in Reverse (1995). A sua obra foi apresentada em festivais, bienais e exposições, incluindo: 34.a Bienal de São Paulo; Biennale de Dakar; Centre Pompidou, Paris; documenta 14, Kassel; Festival Internacional de Cinema de Berlim; Haus der Kulturen der Welt, Berlim; Institute of Contemporary Arts (ICA), Londres; Lumiar Cité; Manifesta, Palermo; MOCA Busan; Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid; Museu de Serralves; Pan-African Film & TV Festival of Ouagadougou (FESPACO); Serpentine, Londres; e Sharjah Biennial.